December 11, 2025

A abertura oficial está prevista para o início da Primavera, mas o nome “Black Padel” já faz parte do léxico dos jogadores de padel no Grande Porto. O clube, que vai abrir em breve em Matosinhos, contará com 5000m2 de área de lazer, oito campos de última geração sem areia e com jogo exterior – três deles de cor preta -, balneários amplos (80m2), sendo um deles exclusivo com sauna e jacuzzi ou banho turco.

Haverá também uma zona social de grandes dimensões. Entre os sócios, estão José Sá (guarda-redes da seleção nacional de futebol) e Raquel Jacob, Jorge de Freitas, proprietário do Black Coffee, e ainda Nuno Reis, que, em conversa com o Padel 365, realça que o Black Padel não quer “ser apenas mais um clube”: “Tem de haver alguma diferenciação – proporcionar conforto e oferecer qualidade.”

O projeto deu os primeiros passos no início do último verão. Com um “background de gestão”, Nuno Reis, que “algures entre 2015 e 2016” começou “a jogar padel com um grupo de amigos”, confessa que sempre teve “o bichinho de tentar iniciar um projeto relacionado com padel”. A oportunidade, conta ao Padel 365, “surgiu depois de começar a dar aulas num clube”, onde um dos seus alunos era Jorge de Freitas.

“Um dia ele perguntou-me se queria ser sócio na abertura de um clube. Disse-lhe que podia contar comigo”, explica Nuno Reis, e, após algumas conversas e de transmitir as suas “ideias por conhecer dezenas ou centenas de clubes”, surgiu a sugestão de “pintar o clube de preto, para não haver reflexos”.

“Aí começou a associação ao ‘black’ e, para além de ser um nome fácil de dizer, estaria ligado” ao Black Coffee, um conhecido espaço de restauração em Leça da Palmeira.

Sobre como surgiu a associação de José Sá e a Raquel Jacob ao projeto, Nuno Reis conta que ambos eram amigos de Jorge de Freitas. “Fizemos um jantar, discutimos os pontos principais, e, como o José Sá sempre teve vontade de estar ligado a algo na área ao desporto, concordou em ser sócio”, revela.

Selado o acordo, o objetivo dos sócios passou por “aproveitar” o que conheciam “de positivo nos outros clubes e não repetir” o que consideravam serem “erros”. “Queremos que este seja um clube onde se possa jogar padel, mas daremos muito ênfase à parte social. Não queremos ser apenas mais um clube. Tem de haver alguma diferenciação. A parte mais difícil é fazer bem, sem colocar em causa o negócio e condicionar a viabilidade económica do projeto.”

E onde o Black Padel pretende marcar a diferença é nas condições que irá oferecer aos seus clientes. Os balneários terão mais de 80m2 para os homens e para as mulheres, e haverá “três campos com relva preta, o que será diferenciador”. “O feedback que tenho recebido é que as pessoas estão ansiosas por ver os campos montados e puderem jogar lá.”

Com todos os campos a serem de última geração sem areia e com jogo exterior, os bancos de apoio terão carregadores para telemóveis e o Black Padel vai “proporcionar um serviço de toalhas, para quem precisar”.

Nuno Reis detalha ainda que o clube terá “uma recepção/bar com mais de 100m2 e uma ampla esplanada”. “O campo principal terá balneário com jacuzzi e sauna ou banho turco – ainda estamos a estudar a melhor solução. Teremos ainda uma zona privada com bilhares, bar e sofás, que pode ser alugada por um grupo de amigos ou para eventos.

Haverá também uma sala de aquecimento, que terá máquinas de livre acesso. É um serviço adicional que queremos proporcionar”, com a finalidade de oferecer “condições acima da média”.

Localizado em Perafita – perto do IKEA e do MAR Shopping, a menos de cinco quilómetros da ponte móvel de Matosinhos e a poucas centenas de metros da saída da A28 -, o Black Padel terá com uma loja equipada pela Dropshot, que contará com um provador, todo o material necessário para a prática de padel e raquetes de testes, Tudo isto, conclui Nuno Reis, para proporcionar “uma experiência de compra diferente”.