É uma ferida que está longe de estar cicatrizada e, por isso, continua a ser tema de conversa. Gemma Triay deu uma entrevista à agência de notícias espanhola EFE, onde falou do presente, do futuro, mas também do passado e da forma controversa como decidiu romper a ligação com Alejandra Salazar: “Foi uma decisão muito difícil de tomar e desde o primeiro minuto que comecei a jogar com a Marta fiquei a pensar no que iria fazer a seguir.”
A jogadora de Menorca refere que não se arrepende da decisão de ter prosseguido o projeto com Marta Ortega, embora reconheça “que depois as coisas não saíram” como queria. Sobre o futuro, salientando que “a união” com Salazar merecia outro final, não fechou a porta a um reencontro: “Não sei se voltarei a jogar com a Alejandra”.
No entanto, para já, o presente de Gemma é ao lado de uma das jogadoras mais promissoras do padel mundial: Claudia Fernández, jovem espanhola de 18 anos. “Sinto-me bem. Estou contente. Tive trocas de parceiras, mas estou contente com a Claudia Fernández. Tenho vontade de competir mais.”
Sobre Fernández, Gemma diz que se surpreendeu com o seu “temperamento e calma”, uma vez que ainda tem “pouca experiência”. “Ela é muito tímida e aos poucos quero ajudá-la a se abrir um pouco mais. Mas cada um tem seus valores e suas coisas. Acho que estamos a ir bem. Ainda não tivemos muito tempo para treinar, mas vamos ver se conseguimos um bom torneio em Bruxelas”, afirmou.
Questionada se fica preocupada por ter o lugar de número 3 do ranking ameaçado por Bea González e Delfi Brea, Gemma respondeu que não: “Elas têm jogado muito bem desde o ano passado, não é de agora. Vai ser um ano difícil e apertado, mas tens de estar preparado para tudo. Em todos os torneios tudo pode acontecer e tudo é muito equilibrado, com surpresas. Também houve torneios ao ar livre, o que ajuda a criar mais surpresas do que o habitual. Não estou preocupada, mas atenta a tudo o que vem de baixo e de cima.”
