December 5, 2025

É normal dizer-se que há portugueses em qualquer canto do mundo. E começa a ser normal confirmar-se que o mesmo se passa com campos de padel. Longe dos tempos em que era um desporto quase exclusivo da Argentina ou de Espanha, hoje é fácil não ter de abdicar de um joguinho nas férias. Mesmo num destino paradisíaco, como as Maldivas. Haja orçamento, claro.

Com um crescimento sem paralelo em outros desportos na atualidade, o padel já começa a ser, para qualquer empresário hoteleiro, um investimento com retorno. Mesmo que seja num dos lugares do planeta com o metro quadrado mais caro.

Nas Maldivas, a aposta no padel teve dedo sueco. Sendo de um dos países onde a modalidade cresceu mais nos últimos anos, o empresário hoteleiro Lars Petre, que abriu o primeiro resort nas ilhas do Oceano Indico em 1988, foi pioneiro na colocação de campos de padel nos seus hotéis.

É o que se passa, por exemplo, no luxuoso Kudadoo resort, onde há um treinador disponível para quem quiser ter aulas gratuitas num court rodeado por uma floresta de coqueiros e a meia dúzia de passos da água cristalina.

O mesmo se passa no Atmosphere Kanifushi, uma das poucas ilhas resort no Atol Laviyani que, ao lado do court de ténis, instalou um campo de padel. Ou no glamouroso Hurawalhi Maldives, onde no final de 2021 Marta Ortega, Marta Marrero e Paquito Navarro fizeram um jogo de exibição.

Se preferir, pode ainda escolher o premiado resort Soneva Fushi, onde o sueco Jonas Bjorkman, antigo número 1 de pares e número 4 em singulares de ténis, que depois de rendeu ao padel, é presença regular como treinador para quem quiser umas aulas.

E é gratuito jogar. Basta pagar cerca de mil euros por noite para ficar numa das suas exclusivas villas.