Com menor ou maior dificuldade – e com algumas breves interrupções pelo meio -, a regra de 2023 tem sido uma: são dois de cada lado e, no final, ganham Agustín Tapia e Arturo Coello. Neste domingo, na final do Cervezas Victoria Málaga Open, Juan Tello e Alex Ruiz ainda ofereceram uma boa réplica, mas, no final, imperou a lei do mais forte: Tapia e Coello, venceram por 7-5 e 7-6.
A ausência de Franco Stupa e Martin di Nenno em Málaga era menos um obstáculo numa corrida que tem sido de sucesso quase ilimitado neste ano para Tapia e Coello, e, mesmo com o argentino a admitir que nas últimas semanas que se sente “física e mentalmente cansado”, os números 1 do WPT reforçaram o seu estatuto.

A primeira final de Tello e Ruiz como dupla resultou num duelo equilibrado. No primeiro set, o equilíbrio foi quase constante e, com um break para cada lado até ao décimo jogo, os pratos de balança foram desequilibrados pela maior fiabilidade de Tapia e Coello nos pontos de ouro: Ganharam três e perderam um. Assim, com um 7-5, os “golden boys” ganharam vantagem.
O filme não mudou muito depois disso. Novamente com uma quebra de serviço para cada lado e quase tudo empatado a nível estatístico, tudo ficou adiado no segundo parcial para o tie-break, onde Tapia e Coello foram mais fortes, e, só em 2023, os dois já venceram 10 torneios do WPT e dois do Premier Padel.
